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sexta-feira, 3 de junho de 2016


" Como as plantas, a amizade não deve ser muito nem pouco regada."

                                                                                                                           Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 13 de agosto de 2013

segunda-feira, 5 de março de 2012

Grupo de Serestas “Banda da Lua” de Caculé na Bahia inova na educação

Tribuna Estudantil » Educação



Grupo de Serestas “Banda da Lua” de Caculé na Bahia inova na educação


Lillian Pacheco / NAÇÃO GRIÔ
Lillian Pacheco / NAÇÃO GRIÔ



A Notícia nos chegou por  E-mail, através do Fale Conosco do nosso Site e nos foi enviada por um dos integrantes do Projeto Banda da Luade Caculé na Bahia, Vanderlei Locutor.

Na mensagem ele nos diz que, trata-se de um grupo de seresta que em parceria com a Secretaria de Educação da cidade eles utilizam a música, mais especificamente o rítimo do  Bolero e através da oralidade, conseguem atrair a atenção dos alunos para o aprendizado.
Eles fazem referência à Lei Griô.
Na realidade a Nação Griô, cuja Lei que garante a sua criação como forma cultural de se desenvolver uma educação de qualidade, ainda está em tramitação no Congresso Nacional.
Dona Cici, Griô da Fundação Pierre Verger, Salvador, Ba faz a seguinte declaração: “Correm nas mesas de Brasília mil projetos, disso daquilo, mas eu juro, tenho muitas idéias e espero que alguém tenha sua intenção voltada pára o projeto Griô e os pontos de cultura. O Projeto Griô me deu a oportunidade de conhecer outras culturas e outras vivências de que eu só ouvia falar, e a grande oportunidade de contar histórias de deuses, homens, bichos e mil encantamentos. O Projeto Griô fez minhas Histórias criarem vida.”
O lema é: “Quem não sabe não enxerga, e quem sabe tem que passar de pai para filho e de filho para neto”.
Só assim nossa cultura se manterá viva. A grande proposta!
Os textos entre aspas foram estraido do livro: NAÇÃO GRIÔ, O Parto Mítico da Identidade do Povo Brasileiro.
Organização: Lillian Pacheco e Márcio Caires – Grãos de Luz e Griô, Ba.


Contato com o projeto Banda da Lua: E-mail: deleydias@hotmail.com


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CURIOSIDADES


Calculando os séculos.

Como saber em qual século ocorreu a Revolução Francesa de 1789? Ou, ainda, como saber exatamente quais anos pertencem ao século XVI ou XX?  Os séculos aparecem nos livros, nas falas dos professores, nas provas, nos vestibulares, etc.
Aprenda com o macete uma maneira fácil para relacionar os anos e os séculos.

Sempre que o ano terminar com dois zeros, o século corresponde aos dois primeiros algarismos.

Ex.:

Ano 1500 = século 15 (XV)
Ano 1700 = século 17 (XVII)
Ano 1900 = século 19 (XIX)

Obs: no caso de anos com apenas três algarismos coloque o zero no lugar do algarismo ausente e calcule do mesmo modo.

Ex.:

Ano 400 = 0400 = século 4 (IV)
Ano 600 = 0600 = século 6 (VI)
Ano 800 = 0800 = século 8 (VIII)

Em todos os outros anos, basta adicionar o 1 aos dois algarismos iniciais.

Ex.:

Ano 1530 = 15 + 1 = século 16 (XVI)
Ano 1887 = 18 + 1 = século 19 (XIX)
Ano 2010 = 20 + 1 = século 21 (XXI)

Obs: novamente, aos anos com três ou dois algarismos, podemos adicionar zeros no lugar dos algarismos ausentes para calcular o século.

Ex.:

Ano 680 = 0680 = 06 + 1 = século 07 (VII)
Ano 930 = 0930 = 09 + 1 = século 10 (X)
Ano 45 = 0045 = 00 + 1 = século 1 (I)

Ficou fácil não é mesmo? Agora é só treinar com diferentes datas.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Instituto Brasileiro de Museus utiliza redes sociais digitais

No dia 03 de outubro, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) iniciou participação nas redes sociais digitais do Twitter, Facebook e Youtube. O órgão responsável pela política pública federal para os museus pretende reforçar as estratégias comunicação e divulgar programação de atividades das unidades museais do país. No Twiter o perfil é (@museusbr); para o Facebook, (MuseusBR); no Youtube é (TVmuseus). Saiba mais: www.museus.gov.br/.

Conferência Nacional de Arquivos


A cidade de Salvador, na Bahia, sedia a Etapa Nordeste da I Conferência Nacional de Arquivos nos dias 17 e 18 de outubro.  O encontro regional reúne arquivistas, gestores e especialistas dos nove estados nordestinos e serve de preparação para a etapa nacional do evento, que acontece no mês de dezembro, em Brasília. As atividades serão realizadas na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, das 8h30 às 18h. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. A confirmação de participação deve ser feita através de ficha de inscrição, disponível no endereço: http://www.fpc.ba.gov.br/ Mais informações: (71) 3116-2165.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

ONU declara acesso à Internet como direito humano

 

Segundo a organização, nenhum Estado tem o direito de bloquear por total o acesso à internet.
A Organização das Nações Unidas (ONU) publicou o Relatório do Special Rapporteur sobre a promoção e proteção do direito à liberdade de opinião e expressão na última sexta-feira, afirmando que desconectar as pessoas da internet é um crime e uma violação dos direitos humanos.
O relatório foi produzido pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU e o site Mashable afirma que foi motivado por novas leis aprovadas na França e na Inglaterra que excluem da internet infratores de direitos autorais. O relatório explica que alguns países já bloqueiam conteúdos específicos da internet para seus cidadãos e, em alguns casos, infratores foram excluídos totalmente do acesso à rede.
A ONU acredita que, seja qual for o crime cometido pela pessoa – mesmo que de violação de direitos autorais ou intelectuais – todo ser humano tem o direito de continuar com acesso a informação e, consequentemente, à internet. Violar este direito, segundo a organização, é violar o Artigo 19, parágrafo 3, do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos (goo.gl/F61aV), de 1966. De acordo com o Artigo, todo cidadão possui direito à liberdade de expressão e de acesso à informação por qualquer tipo de veículo. O parágrafo 3 leva em consideração que pessoas que tiverem transgredido algum tipo de lei envolvendo meios de comunicação, podem sofrer restrições específicas e não totais, e apenas se as transgressões puserem em risco os direitos e reputações de outros ou a segurança nacional.
Além disso, o relatório ainda destaca que nenhum Estado pode interromper o acesso à internet nem mesmo em situações de crises políticas, sejam internas ou externas. A ONU ainda pede aos países que revejam suas leis contra pessoas que tiverem cometidos violações de direitos autorais ou intelectuais e as punições adotadas, para que elas não contrariem estas diretrizes.
O site da revista Wired destaca que este relatório veio a público no mesmo dia em que uma empresa de monitoramento da internet identificou que dois terços do acesso à rede na Síria está bloqueado.
O relatório completo da ONU pode está disponível em PDF, pelo link http://goo.gl/MDjS7

Sites Oficiais da ONU:
Internacional http://www.un.org
ONU Brasil: http://www.onu-brasil.org.br